Membros do TCE são homenageados em sessão alusiva aos 30 anos da Constituição estadual

Membros do TCE são homenageados em sessão alusiva aos 30 anos da Constituição estadual
outubro 08 13:23 2019 Imprimir Conteúdo

Os conselheiros Carlos Pinna de Assis, Luiz Augusto Ribeiro e Angélica Guimarães, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), participaram nesta segunda-feira, 7, da sessão especial realizada pela Assembleia Legislativa (Alese) em alusão aos 30 anos de promulgação da Constituição do Estado de Sergipe – completados no último dia 5.

Na ocasião, os membros do colegiado da Corte, assim como o conselheiro aposentado, Reinaldo Moura, foram agraciados com a medalha comemorativa entregue a ex-parlamentares e representantes de instituições.

“Este é um momento histórico e que o Tribunal tem que comemorar também, porque a Constituição de 89 fez com que o Tribunal tivesse uma posição muito acrescentada àquilo que tinha antes”, comentou o conselheiro Carlos Pinna, que integrava o colegiado na época da constituinte.

Pinna fez referência ainda à colaboração do conselheiro Carlos Alberto, então presidente do TCE, e que foi o interlocutor junto à Assembleia no momento em que se debateu o texto constitucional. “Eu já era conselheiro e sou testemunha de um trabalho formidável do conselheiro Carlos Alberto”, colocou.

O conselheiro Luiz Augusto Ribeiro foi agraciado com duas medalhas, por ser ex-deputado e em nome do seu pai, Rosendo Ribeiro Filho, o “Ribeirinho”, que foi deputado constituinte: “É uma data muito importante e que deve ser celebrada por todos os sergipanos; recebo com muita honra estas medalhas”.

A conselheira Angélica Guimarães também foi homenageada pelo período em que esteve no parlamento sergipano, onde exerceu quatro mandatos, sendo dois como presidente.

Já o conselheiro aposentado Reinaldo Moura era deputado e vice-presidente da Alese quando foi elaborada a Constituição estadual.

“Hoje foi dia de ter saudade de alguns e muita alegria de rever outros que ainda estão vivos; temos a certeza de que cumprimos nosso dever e o que nos deixa orgulhosos é que fizemos um texto constitucional que até hoje vive muito bem”, concluiu.

Por DICOM/TCE

  Editoria: