Lacen capacita profissionais para identificação de mosquito transmissor da Dengue

Lacen capacita profissionais para identificação de mosquito transmissor da Dengue
maio 02 16:36 2019 Imprimir Conteúdo

Os registros dos índices de infestação de mosquitos, acompanhamento de larvas e o resumo de atividades laboratoriais. Foram os temas enfatizados durante a capacitação realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) com a participação de profissionais dos munícipios de Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros, São Cristóvão, Estância, Japoatã, Santa Rosa de Lima e Nossa Senhora da Gloria.

Ministrada pela equipe de profissionais do serviço de Entomologia, Waltemir Souza Santana, Luzia Silva Santos e Wilton Pereira Santos, a atividade abordou os seguintes temas: métodos de controle do vetor, noções de entomologia, operacionalização das ações de campo e educação em saúde. Nas aulas práticas,, os profissionais realizaram o estudo comparativo entre os mosquitos, analisando as características morfológicas das larvas através da leitura de lâmina em microscópio.

“A capacitação tem como finalidade auxiliar os profissionais no trabalho diário para identificação correta dos vetores, reconhecer e diferenciar os sintomas das arboviroses, dengue, zica e chikungunya e também prepará-los para realizar a leitura de material morfológico das larvas e pulpas”, explicou o superintendente do Lacen, Cliomar Alves dos Santos.

Ele informou que o trabalho ganhou o reforço da pesquisa iniciada na segunda quinzena de abril, através da parceria Secretaria de Estado da Saúde (SES), Universidade Federal de Sergipe (UFS) e o Lacen. “Esse trabalho em conjunto inicia com a pesquisa dos ovos e do mosquito adulto. Em seguida os técnicos estudam qual o tipo de vírus que o mosquito está infectado e assim poderemos traçar um panorama da situação dos vírus circulantes em Sergipe”, detalhou o gestor.

Nos municípios, os profissionais realizam a coleta de larvas, em água parada que são encontradas em lavanderias, vasos de plantas ou garrafas, que servem de criadouros. Na etapa  seguinte é efetuada as primeiras análises através da leitura das lâminas. No caso de haver confirmação de alguma arbovirose, o material é encaminhado para o Lacen, responsável por realizar o controle de qualidade dos testes dos municípios.

Conhecimento

Após o treinamento os técnicos participaram de uma prova para avaliar o nível de entendimento sobre os fluxos do trabalho laboratorial. “Achei bastante proveitoso, porque  a agente repetiu a  rotina com acompanhamento dos profissionais que coordenam o estudo detalhado das larvas e do mosquito. Para quem está iniciando é uma forma de aprender e para quem já realiza o trabalho é uma oportunidade de aperfeiçoar a técnica”, destacou Thalita Fontes.

Fonte e foto SES

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