Covid-19: zona de expansão tem 21 lojas fechadas pela Defesa Civil

Covid-19: zona de expansão tem 21 lojas fechadas pela Defesa Civil
maio 14 05:00 2020 Imprimir Conteúdo

A Prefeitura de Aracaju deu continuidade ao trabalho de intensificação das ações de fiscalização para garantir o cumprimento das medidas emergenciais, de enfrentamento ao coronavírus, com foco no comércio dos bairros Santa Maria, 17 de Março e Aruana. Para isso, a Secretaria da Defesa Social e da Cidadania (Semdec) atua de forma integrada com equipes da Defesa Civil, do Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor ( Procon Aracaju) e a Guarda Municipal de Aracaju (GMA).

Durante a ação, 81 estabelecimentos foram vistoriados, dos quais 21 foram interditados, 14 notificados e 46 receberam orientações para adequações de biossegurança, que se fazem necessárias para os segmentos autorizados a funcionar, com base nos decretos estadual e municipal.

“Vamos continuar intensificando as ações. O objetivo é coibir, ao máximo, aglomerações de pessoas, além de cobrar o uso da máscara, que é obrigatório, e o distanciamento social. Também averiguamos a disponibilização do álcool em gel ou de local para higienização das mãos com água e sabão. Dessa forma pretendemos preparar cada vez mais a população para enfrentar o coronavírus”, afirmou o secretário da Defesa Social, Luís Fernando Almeida, ao explicar como tem sido feito o trabalho a Prefeitura de Aracaju para coibir práticas que possam favorecer a proliferação do vírus causador da Covid-19.

Para o coordenador do Procon Aracaju, Igor Lopes, a ação tem sido avaliada pela população de forma positiva. “A abordagem é realizada de maneira muito tranquila. No primeiro momento tentamos orientar e conscientizar tanto os fornecedores quanto os consumidores, dentro desses estabelecimentos, para atender as normas previstas estabelecidas nos decretos e as orientações expedidas pelas autoridades sanitárias”, ressaltou o coordenador.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Aracaju, major Sílvio Prado, os segmentos comerciais que mais insistem em funcionar sem autorização são os de confecções, salões de beleza e barbearias. “No Santa Maria, identificamos esse tipo de situação e realizamos o fechamento do estabelecimento com a notificação entregue ao proprietário. Já no bairro Aruana a fiscalização esteve mais voltada aos aspectos de biossegurança”, pontuou.

O trabalho de fiscalização ocorre de maneira ininterrupta. Os esforços são para que sejam alcançados melhores índices de distanciamento e isolamento social. “Temos trabalhado ininterruptamente e contamos com a conscientização e colaboração da população, que é fundamental nessa luta”, enfatizou o secretário Luís Fernando.

Informações e foto Semdec

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