SES pede empenho de municípios que ainda não atingiram meta vacinal contra polio e sarampo

SES pede empenho de municípios que ainda não atingiram meta vacinal contra polio e sarampo
setembro 10 14:58 2018 Imprimir Conteúdo

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que o prazo para que os municípios atinjam meta de cobertura vacinal contra o sarampo e a poliomielite está acabando. A data de término oficial foi 31 de agosto, mas o Ministério da Saúde (MS) prorrogou a campanha até próxima sexya- feira, 14, para aqueles municípios que estão abaixo da meta mínima que é 95%. Conforme dados do Departamento de Informática do SUS (Datasus), em Sergipe seis municípios continuam abaixo da meta, são eles: Cedro de São João – 91,22%, Nossa Senhora das Dores – 92,07%, Propriá – 91,61%, Aracaju – 89,34%, Gararu – 88,63% e Tomar do Geru – 84,09%.

O Núcleo de Imunização da SES comunica que, até o momento, 130.862 crianças foram vacinadas contra o sarampo e 131.697 estão protegidas contra a poliomielite, respectivamente, 98,10% e 98,73% do total de 133.395 crianças sergipanas. “Os municípios estão trabalhando na busca ativa das crianças e estamos à disposição para apoiar no que for necessário” diz a gerente de Imunização, Sândala Teles.

A vacina que combate a poliomielite é apenas para crianças de 1 até 4 anos, 11 meses e 29 dias. A tríplice viral que combate o sarampo, mas protege também contra a caxumba e a rubéola é de rotina, disponível nos postos de saúde para quem tem até 49 anos. Porém, o foco dessa campanha são as crianças.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, transmitido por via aérea através de tosse, espirro e fala, causada pelo vírus Morbillivirus.  A enfermidade é grave e pode matar. Seus sintomas incluem febre e manchas no corpo, e o tratamento é feito para atenuar esses sintomas.

Já a poliomielite, conhecida também como paralisia infantil, é transmitida pela secreção da tosse, espirro, fala e respiração de pessoas infectadas e ainda pelo contato com objetos, água e alimentos contaminados por fezes.  Pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. De acordo com o Ministério da Saúde, o último caso de poliomielite registrado no Brasil aconteceu em 1989.

Fonte e foto SES

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