SES investe mais de R$ 30,3 milhões na compra de medicamentos para o Case

SES investe mais de R$ 30,3 milhões na compra de medicamentos para o Case
janeiro 16 05:00 2018 Imprimir Conteúdo

O Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case), responsável por fazer a dispensação de medicamentos, insumos e equipamentos, tem um papel fundamental para a saúde pública de Sergipe, tanto que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) investiu R$ 30.340.285.35 milhões na compra de remédios para a unidade em 2017. Deste montante, R$ 11.162.558.18 milhões foram para aquisição de insulinas.

“O Case vem recebendo um olhar diferenciado da atual gestão da secretaria e temos prestado um atendimento mais humanizado e ágil à população. Em 2017, a unidade realizou 160.335 mil atendimentos, sem contabilizar os judicializados e a entrega de cadeiras de rodas e muletas, por exemplo. O Case teve grandes avanços no ano passado, beneficiou muitos usuários e tenho certeza de que em 2018 haverá ainda mais melhorias”, afirma Paulo Roberto Andrade, coordenador do Case. A unidade dispensa 335 tipos de medicamentos, que são determinados por portarias do Ministério da Saúde (MS).

E o número de novos usuários do Case não para de crescer. Por dia, segundo Paulo Andrade, a unidade cadastra em média 50 pessoas. “A demanda cresce mais a cada dia e estamos cadastrando por mês mais de 1.500 novos usuários. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde tem investido fortemente na unidade para atender da melhor forma a população que precisa dos serviços do Case”, declara Paulo.

Cadeiras de rodas

Somente em 2017 o Case fez a entrega de 1.194 cadeiras de rodas modelo padrão para usuários que tem alguma restrição de locomoção, zerando a fila de espera por este equipamento. Todas as cadeiras foram compradas exclusivamente com recursos da SES.

“Zeramos pela primeira vez a fila de espera por cadeiras de roda padrão e isso é fruto de muito trabalho da gestão da SES, que tem priorizado a assistência à população”, ressalta o coordenador do Case. As cadeiras são disponibilizadas para crianças a partir de dois anos a idosos.

Foto assessoria

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