PSD é o partido que mais elegeu mulheres para as câmaras municipais em SE

PSD é o partido que mais elegeu mulheres para as câmaras municipais em SE
novembro 18 10:33 2020 Imprimir Conteúdo

Nesta eleição o registro de candidaturas femininas bateu recorde na disputa pelas prefeituras e câmaras municipais em Sergipe e o total de eleitas também cresceu proporcionalmente. No geral, 16.68% das vagas nas câmaras municipais serão ocupadas por mulheres. “Nós comemoramos cada avanço, mesmo sabendo que ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas só de saber que estamos ganhando cada vez mais espaço faz com que tenhamos mais vontade de lutar”, afirma a deputada estadual e coordenadora do PSD Mulher Sergipe, Maisa Mitidieri.

O Partido Social Democrático (PSD) foi o grupo que elegeu mais candidatas, em um total de 28 mulheres das 134 eleitas. A deputada diz que o resultado faz parte de um trabalho muito incisivo na ampliação da atuação feminina na política que vem sendo desenvolvido pelo partido. “Não canso de destacar o excelente trabalho que o PSD realiza nessa questão. Temos uma coordenação nacional que funciona muito bem e consequentemente as estaduais se espelham nesse mecanismo. Esse ano, fomos o partido que mais elegeram mulheres para as câmaras municipais, é a comprovação de que estamos no caminho certo”, afirma a parlamentar.

Nossa Senhora do Socorro, segundo maior colégio eleitoral do estado é o município que teve o maior número de mulheres eleitas vereadoras, cinco de 21 cadeiras serão ocupadas por elas, dado que representa cerca de 23,81% e proporcionalmente o município de Nossa Senhor Aparecida terá 44,44% da câmara ocupada por mulheres (figura 1). Em contrapartida os municípios de Cumbe, Nossa Senhora da Glória, Pedra Mole, Pinhão, São Domingos, São Cristóvão, Santa Luzia do Itanhy e Riachuelo não terão nenhuma mulher em suas câmaras.

“Quando analisamos os números, vemos que ainda há muito trabalho a ser feito para encorajar as mulheres a entrar no universo político. Por isso, estamos trabalhando para que esses números sejam revertidos e que a representatividade feminina seja algo natural.” explica Maisa.

Por Camilla Araújo

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