Programa Bolsa Trabalho Aracaju será realidade na gestão de Márcio Macêdo e Ana Lúcia

Programa Bolsa Trabalho Aracaju será realidade na gestão de Márcio Macêdo e Ana Lúcia
novembro 06 06:06 2020 Imprimir Conteúdo

Ação deve atender, inicialmente, 1000 participantes direcionados a postos de trabalho que serão distribuídos em atividades de interesse público

O acesso ao trabalho é uma das principais garantias ao exercício da cidadania. Pensando nisso, o Partido dos Trabalhadores, através das candidaturas de Márcio Macêdo e da professora Ana Lúcia, irá implantar na capital sergipana o Programa Bolsa Trabalho Aracaju.

A ação é uma das medidas de proteção social que visa criar postos de trabalho, com contratação, por seis meses, para desempregados que não estejam recebendo seguro-desemprego, priorizando aqueles que se encontram em situação de maior vulnerabilidade econômica e social.

Pela medida, os postos de trabalho serão distribuídos em atividades de interesse público, tais como manutenção urbana e de espaços públicos, reforma de instalações, especialmente escolas e postos de saúde, manufaturas e serviços destinados ao mercado, e atividades auxiliares em equipamentos públicos a exemplo da saúde e Conselho Regional de Assistência (CRAS).

“A proposta é centralizar os esforços de acolhimento familiar de forma transversal, com orçamento previsto no Sistema Único de Assistência Social com cadastro e gestão do programa, que deve atender, em quatro anos, 10 mil aracajuanos e aracajuanas, que serão direcionados a prestação de serviços de interesse local”, explica Márcio Macêdo.

Para a candidata à vice-prefeita, professora Ana Lúcia, a medida é uma das ações de fortalecimento no campo da assistência social. “O trabalho dialoga com a política de assistência social, que possui importante papel para a cidadania. Hoje, o sistema de assistência social está desmontado em Aracaju, que chegou a ser referência no Brasil na gestão petista, mas que, atualmente, opera com uma visão assistencialista e não assistencial. É importante lembrar que esta área atende a grupos vulneráveis e vulnerabilidade não é só de pobre não. Tem um acidente hoje, morre uma família. Fica uma criança. Quem vai cuidar? É o estado que tem que cuidar, proteger, promover, administrar seus bens, independe de classe social”, relata Ana Lúcia.

“Já numa perspectiva de inclusão de pessoas com baixa renda, a assistência responde a demandas de uma sociedade que vive uma divisão de classe social com aumento da exclusão e pobreza em Aracaju. Nesta conjuntura, o acesso ao trabalho é fundamental para a garantia de direitos básicos como alimentação, moradia. E nós temos compromisso com o assunto e vamos nos empenhar para mudar a realidade de vida dos aracajuanos e aracajuanas”, complementa Márcio.

Da assessoria

Foto: Janaína Santos

  Editoria: