A ordem foi dada: a perseguição avança a todo vapor, diz sargento Vieira

julho 31 17:28 2019 Imprimir Conteúdo

O presidente da Amese, sargento RR Jorge Vieira da Cruz, divulgou nesta quarta-feira (31) uma informação dando conta de que estaria sofrendo perseguição política e isso, segundo ele, por defender a polícia militar e denunciar as condições das Companhias.

Veja o que Jorge Vieira divulgou em seu Blog

Na última sexta-feira fizemos publicar neste blog texto no qual fazíamos alusão a um Inquérito Policial Militar que foi aberto contra minha pessoa. A oitiva deveria ter sido realizada no dia de ontem, 30 de julho.

Porém, conhecedor da legislação, não compareci a tal ato de desrespeito a um cidadão que luta pelo bem-estar de sua categoria. O motivo foi o fato da convocação não individualizar a conduta que, em tese e segundo o comandante da Polícia Militar, estou sendo acusado.

Imagino que a origem do IPM deva ter sido relativo às cobranças que venho, como presidente da AMESE, realizando para que o Governo do Estado melhore as condições de trabalho do servidor militar. Afinal de contas, temos uma série de problemas ocorrendo e nenhuma luz foi apontada no fim do túnel para que se dê solução aos imbróglios.

Hoje pela manhã estivemos na Corregedoria da PM. Não comparecemos a este importante órgão com o intuito de cometer provocação a nenhuma autoridade militar. Realizamos uma visita de cortesia (o cafezinho estava uma delícia!) a todos os nossos irmãos policiais militares que ali trabalham e fomos nos inteirar se há algum outro procedimento investigativo direcionado a mim.

Para minha surpresa, acabei constatando junto à Central de Polícia Judiciária que – até o presente momento – foram instaurados 05 (cinco) Inquéritos Policiais Militares para apurar fatos, em tese, inferidos à minha pessoa. Sobre esses IPMs, abro parênteses: até parece que os encarregados e escrivães destes procedimentos, segundo o coronel Marcony, não têm o que fazer!

Um destes Inquéritos já foi concluído. Conseguimos o relatório do mesmo através da nossa advogada, Drª Elisabeth Alves obedecendo o que prescreve o artigo 16 do CPPM.

Dos outros quatro IPMs, um diz respeito ao fato de eu ter comparecido à sessão de “Tribuna Livre” na Câmara de Vereadores de Aracaju uniformizado (isso mesmo!). Os outros três por manifestação nas redes sociais e imprensa. Sobre os andamentos dos procedimentos: três foram concluídos, o que foi postado acima, além de 02 (dois) os quais não tomei conhecimento do resultado; 01(um) está em fase de conclusão e outro foi instaurado essa semana. Sobre o que foi instaurado, já conversei com preposto da Corregedoria e o ofício de convocação será elaborada da forma correta.

Se o governo pensa que a abertura de tais procedimentos vai calar minha boca, está muito enganado!

Continuarei com o mesmo afinco na luta pela conquista, preservação de direitos e valorização do policial militar e bombeiro do estado de Sergipe. Minha história na corporação não foi escrita com a caneta da covardia e da omissão!

Vamos produzir em prol do policial militar?

Aproveito a oportunidade e mando um grande beijo, do fundo do meu coração, ao Coronel Marcony, ao tempo que peço que não obedeça aos devaneios do governador Belivaldo Chagas direcionados à minha pessoa.

JORGE VIEIRA DA CRUZ

Sargento da reserva, mais um veterano

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