Maternidade do Hospital Regional de Socorro opera com escalas completas

junho 03 10:00 2022

 

A maternidade do Hospital Regional José Franco, em Nossa Senhora do Socorro, tem a ambiência ideal para a gestante de risco habitual e seu bebê. Situada no conjunto Marcos Freire II, dispõe de 24 leitos de alojamento conjunto e opera com escalas médicas e de enfermagem completas, com plantões compostos de dois a três obstetras, um neonatologista, um anestesista e enfermeiro obstetra. Ainda assim, registra um volume mensal de partos bem abaixo de sua capacidade operacional, que pode chegar a 250 procedimentos no mês. Atualmente, o número gira em torno de 100.

A maternidade vai além da execução dos partos habituais. Além da assistência à parturiente internada, oferece aos bebês que ali nascem testes do olhinho e do coraçãozinho, vacinação e ambulatório de apoio à amamentação exclusiva, para acompanhamento das mamães e bebês até o sexto mês, segundo informou a superintendente do hospital, Iza Prado, acrescentando que a unidade atende aos 12 municípios que compõem a Região de Saúde de Nossa Senhora do Socorro.

Atenta à capacidade da casa para acolher mais que o dobro de gestantes no mês, a superintendência quer potencializar a produtividade da maternidade, reconhecendo a necessidade de mobilizar os gestores de saúde da região para referenciarem as gestantes para a unidade de Socorro. “Desde fevereiro último que venho dialogando com os secretários de Saúde para que eles trabalhem os profissionais da Atenção Primária nesse sentido. A minha sugestão é que, no pré-natal, eles vinculem as gestantes à maternidade de Socorro”, disse Iza Prado.

Destaca a superintendente que considera desnecessário o deslocamento de gestante de risco habitual para unidades de Aracaju, às vezes muito lotadas. “Nossa maternidade tem ampla capacidade de atendimento, é porta aberta para as usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalha com escalas fechadas e possui uma equipe profissional competente e comprometida com os pacientes. Acho que estes são motivos fortes para trazer à nossa unidade as gestantes da região”, opinou a superintendente.

 

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