Máscara precisa ser incorporada ao dia a dia, diz Mércia Feitosa

Máscara precisa ser incorporada ao dia a dia, diz Mércia Feitosa
dezembro 02 13:21 2020 Imprimir Conteúdo

 

Sergipe chegou a 90.386 pessoas que já testaram positivo para o Corona Vírus, segundo número divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta quarta-feira, 02. Em razão da Covid-19, 2.312 morreram no estado.

Ainda segundo a SES, foram realizados 211.003 exames e 120.617 foram negativados. Estão internados 223 pacientes, sendo 96 em leitos de UTI (64 na rede pública, sendo 60 adultas e 4 pediátricas; e 32 na rede privada, sendo 31 adultas e 1 pediátricas) e 127 em leitos clínicos (85 na rede pública 42 na rede privada).

A secretária Mércia Feitosa esteve na Assembleia Legislativa de Sergipe nesta quarta, prestando contas dos serviços prestados pela pasta no segundo quadrimestre de 2020. Em sua explanação, ela informou que Sergipe teve um aumento de casos de Covid-19 nas últimas duas semanas, passando de uma média de 185 para 345 novos casos confirmados.

“O contágio da doença tem fatores que são individuais, o uso da máscara está sendo uma barreira. A máscara é algo que tem que ser incorporado no nosso dia a dia, para isso estamos retomando as campanhas educativas como medida de educação sanitária”, declarou.

Mércia Feitosa falou que o Governo do Estado irá aguardar a disponibilização da vacina contra o Corona por parte do Ministério da Saúde. Ela explicou que a vacina liberada esta semana no Reino Unido não poderá ser adquirida pelo Brasil.

“O Ministério faz a compra das vacinas. Ontem foi liberado um documento, em que ele coloca que não tem a vacina, mas já refere que tem um tipo de vacina, a Pfizer, que tem uma forma de armazenamento que os estados não teriam condição de trabalho, abaixo de 70° celsos”, afirmou.

Quando a vacina for liberada, segundo a secretária de saúde, serão contemplados primeiro as pessoas maiores de 70 anos de idade e com comorbidade, além da população indígena e profissionais da saúde.

“É uma preocupação de todos nós, a gente já está programando a compra de equipamentos. Então agora é a logística de como isso vai acontecer, como será a distribuição pelos municípios”, pontuou.

No combate à doença, o Estado investiu R$ 153,2 milhões. O incremento temporário nos serviços de assistência hospitalar e ambulatorial foi de R$ 53,5 milhões, de acordo com os dados divulgados.

Por Wênia Bandeira

Foto: Jadilson Simões

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