Instituto de Identificação promove encontro entre pai e filho

Instituto de Identificação promove encontro entre pai e filho
agosto 11 08:03 2019 Imprimir Conteúdo

 

Adolescente de 16 anos procurou papiloscopistas, que o ajudaram a encontrar seu pai, morador de Porto da Folha

A poucas horas do tão tradicional Dia dos Pais, o Instituto de Identificação de Sergipe acabou com a angústia de um adolescente de 16 anos e que durava a vida inteira. Nos mais remotos sonhos, ainda quando criança, Alaykem Akson Santos Silva tinha como um filme repetido a figura pouco nítida do pai, visto pela última vez quando o jovem  tinha pouco mais de um ano.

Para promover esse encontro, o trabalho de papiloscopistas do Instituto de Identificação foi crucial para encontrar Josemário Feitosa da Silva, morador do povoado Lagoa da Volta, no município de Porto da Folha, sertão sergipano.

Segundo a papiloscopista Gisele Roberta, do Instituto de Identificação de Sergipe, a avó do adolescente foi fundamental, pois disponibilizou informações importantes para os profissionais do Instituto. “Fizemos uma varredura com base em alguns dados que tínhamos sobre Josemário. Nossa equipe se deslocou até Porto da Folha, constatamos a veracidade das informações e promovemos o encontro entre pai e filho” explicou a papiloscopista.

O encontro foi promovido na sede do Instituto de Identificação na tarde da quinta-feira (08). Uma equipe do Instituto foi a até o povoado Lagoa da Volta e trouxe o senhor Josemário até Aracaju. Por volta das 12h40, após anos de espera, pai e filho se encontraram. E o encontro foi marcado pela emoção e o encontro do adolescente de 16 anos com parentes que não conhecia.

Alaykem Akson disse que, pela primeira vez, terá um dia dos Pais com uma imagem clara do seu genitor. “É muita alegria. Achava que não o veria mais, porque procuramos os papiloscopistas e houve dificuldade para encontrar meu pai. Mas eles foram persistentes e conseguiram, graças ao bom trabalho desenvolvido”, explicou.

Mesmo morando a 115 quilômetros do pai, a angústia e tristeza de um adolescente de 16 anos foram transformadas em felicidade e alívio e aproximaram pai e filho. A persistência de Alaykem projetou um serviço público que tem a capacidade de oferecer histórias com finais felizes.

Fonte e foto SSP

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