Em Sergipe, MPF, Polícia Federal e Receita Federal se articulam contra crimes do colarinho branco

Em Sergipe, MPF, Polícia Federal e Receita Federal se articulam contra crimes do colarinho branco
agosto 21 14:15 2018 Imprimir Conteúdo

Em Sergipe, MPF, Polícia Federal e Receita Federal se articulam contra crimes do colarinho branco. Instituições criam grupo de trabalho para investigar crimes de lavagem de dinheiro, contra a ordem tributária e a administração pública

Em Sergipe, o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Receita Federal criam grupo de trabalho para combater os crimes de lavagem de dinheiro, contra a ordem tributária, contra a administração pública e outras práticas correlatas conhecidas como crimes do colarinho branco. A portaria de criação do Grupo de Coordenação Interinstitucional (GCI) será assinada pelas três instituições nesta quarta-feira, 22 de agosto de 2018.

Com o grupo, os órgãos formalizam o empenho na interlocução permanente e na garantia do relacionamento institucional direto. “O objetivo é ampliar a articulação e a integração entre as instituições, de forma a garantir mais agilidade nas comunicações e transparência nas ações”, explica o procurador-chefe do Ministério Público Federal em Sergipe, Rômulo Almeida.

Banco de dados – Por meio do GCI, haverá o compartilhamento de informações entre MPF, PF e Receita Federal com a finalidade da produção de pesquisas e informes de interesse das instituições. “Vamos desenvolver ações conjuntas, visando ao máximo aproveitamento das informações disponíveis nos bancos de dados das três instituições”, ressalta o delegado da Receita Federal em Sergipe Marlton Caldas de Souza.

A ideia do GCI é fomentar novos mecanismos de atuação para instruir eventuais procedimentos investigatórios. “O planejamento de diligências e outras atividades de investigação é outro ponto que será facilitado com a criação do GCI”, explica a superintendente Regional da Polícia Federal Erika Mialik Marena.

Estrutura – Integrarão o CGI três procuradores da República, três delegados da Polícia Federal e três auditores da Receita Federal. As reuniões ordinárias ocorrerão a cada dois meses, e extraordinariamente a qualquer momento acordado entre os membros do grupo.

Assessoria de Comunicação

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