Comando de Operações Especiais promove o II Simpósio de Balística Terminal em Aracaju

Comando de Operações Especiais promove o II Simpósio de Balística Terminal em Aracaju
agosto 13 17:00 2019 Imprimir Conteúdo

O simpósio teve como objetivo promover a discussão teórica sobre balística terminal

Foi realizado nessa segunda-feira(12), o II Simpósio de Balística Terminal promovido pelo Comando de Operações Especiais (COE). O evento aconteceu na Academia de Polícia Civil (Acadepol) e teve como objetivo promover a discussão teórica sobre balística terminal, além da realização de testes práticos.

Na sua segunda edição, o simpósio mostrou temas importantes sobre assunto a fim de proporcionar um maior conhecimento aos operadores de segurança pública, atiradores esportivos e caçadores do estado.

O palestrante Henrique Guedes, iniciou o ciclo de palestras promovendo explicações técnicas sobre os níveis e materiais de fabricação de coletes balísticos. Em seguida, Maurício Resende, explanou para o público sobre detalhes técnicos da nova linha de armamento da empresa Taurus e seus respectivos protocolos de segurança.

Posteriormente, Henrique Guedes disseminou novamente seus conhecimentos sobre as características das munições e seus detalhes técnicos. Finalizando a parte teórica do evento, o palestrante Victor Barros transmitiu informações a respeito dos efeitos causados pelos projéteis no corpo humano, e falou sobre a importância do tema para os profissionais de segurança pública.

“É importante que os profissionais possam conhecer o que acontece com o projétil quando encontra um anteparo, porque muitas vezes no treinamento usam-se alvos de papel, não tendo uma real noção da capacidade efetiva de penetração ou dano de cada tipo de projétil. O ideal é conhecer a efetividade e eficácia de cada tipo de munição e assim saber escolher a apropriada para cada tipo de situação” disse Victor.

No período da tarde foram realizadas as instruções práticas de tiro em gelatina balística, pondo em prática parte do protocolo do FBI que analisa as perfurações por projéteis, sua expansão, fragmentação e densidade diante das diversidades de calibre.

“Os testes práticos de tiro foram realizados em costela bovina junto com argila para simular ossos e músculos do corpo humano e suas respectivas densidades. O intuito é saber o desempenho de cada projétil da forma mais realista possível”, relatou o instrutor de armamento e tiro Alexsandro Alves.

Também estiveram presentes, o gerente de marketing da Taurus, Maurício Oliveira, e o representante da marca em Sergipe, Vinícius Gonçalves.

Fonte e foto ascom

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