Belivaldo discute lei de subsídios com comissão de reformados e inativos da PM

Belivaldo discute lei de subsídios com comissão de reformados e inativos da PM
maio 17 07:29 2018 Imprimir Conteúdo

 

Em pauta, a manutenção da lei de subsídios. O governador se comprometeu em avaliar a situação para corrigir os possíveis erros desde que seja possível nos aspectos legal e financeiro

Na tarde desta quarta-feira (16), o governador Belivaldo Chagas recebeu as comissões de policiais aposentados e reformados, assim como os terceiros sargentos da ativa. A categoria estava acompanhada dos deputados estaduais Gilmar Carvalho e Capitão Samuel Barreto e apresentou reivindicações relacionadas à Lei de Subsídios, as quais serão analisadas pela procuradoria Geral do Estado (PGE).

“Não tenho nada contra ao direito de quem quer que seja. Temos uma lei de subsídio que foi aprovada na Assembleia. Se houve problema, vamos buscar a correção. Não posso receber uma conta financeira sem que o Estado esteja preparado. A própria Assembleia vai estar a postos para que a gente faça retornar a lei para correção”, declarou Belivaldo.

O governador se comprometeu em avaliar, juntamente com a Secretaria de Planejamento e a PGE, a viabilidade legal e financeira da lei pleiteada. Representando os militares inativos e reformados, o coronel Eduardo avaliou de forma positiva a reunião.

“Nosso pleito seria a manutenção dos direitos que nós tínhamos adquiridos ao longo dos anos, da carreira, implementados pela lei 2066, que foi revogada. Nós estamos buscando a manutenção desses nossos direitos adquiridos. Ou seja, o cálculo da sua remuneração com base no grau hierárquico superior, que é o que a lei estabelecia. Depois dessa reunião, a expectativa é muito boa. A fala do governador foi promissora, a gente vê com satisfação. Ele se comprometeu em fazer a análise do impacto que isso vai gerar. Nós entregamos uma minuta com a proposta sugestiva para que ele faça uma análise. Acreditamos que por conta do efetivo de inativos, o impacto não será tão grande. O que a gente está pedindo é apenas que seja mantido o direito que nós já recebíamos”.

Foto Jorge Henrique

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