“Aumento do óleo diesel é criminoso”, denuncia Rogério Carvalho

maio 11 09:46 2022

 

O senador e pré-candidato ao governo de Sergipe Rogério Carvalho (PT) denunciou no Senado o desmonte do refino do petróleo no país e o abandono pelo governo federal de setores estratégicos para o desenvolvimento de Sergipe e do Brasil. Com o aumento de 8,87% dado agora, o diesel já acumula no ano alta de 47% nas refinarias da Petrobras.

“Esse aumento do óleo diesel é criminoso, porque vai impactar na mesa do cidadão brasileiro, no feijão, na carne, no arroz, em tudo!”, declarou.

Rogério alertou que o Brasil tem capacidade de refinar 100% da gasolina que é consumida no país e poderia aumentar ainda mais esse refino se fosse terminada a Refinaria Abreu e Lima. No entanto, frisou o senador, há um abandono do setor petrolífero no Brasil.

“Nós temos em Sergipe, por exemplo, um poço programado para ser perfurado em 2026 que se fosse perfurado agora poderia gerar, só em um poço, dos quatro que tem na bacia composta por seis poços, oito milhões de metros cúbicos, e podemos produzir 30 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia”, informou Rogério.

No caso dos fertilizantes, Rogério destacou que Sergipe poderia estar produzindo 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes nitrogenados, ao invés das 500 mil toneladas atuais, porque o Estado tem gás e água, que é o necessário para esse incremento na produção.

Ele ressaltou ainda Sergipe tem uma mina de carnalita que permitiria o Estado abastecer 80% do mercado brasileiro com potássio, ficando dependente apenas da importação do fósforo para compor a base da produção de fertilizantes.

“O país está à deriva. Este é um governo que tem devolvido aos brasileiros a inflação, a fome, a morte e o desprezo à população mais necessitada e carente do nosso país. Precisamos de mudanças imediatas para recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento, da geração de emprego e de renda, que é o grande desafio da nossa Nação e dos que têm compromisso com o interesse público do Brasil”, afirmou Rogério Carvalho.

Por Edjane Oliveira

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