Aracaju terá seminário sobre abordagem multiprofissional e prevenção do suicídio 

agosto 21 10:14 2019 Imprimir Conteúdo

Ação faz parte da Campanha Setembro Amarelo em Sergipe

No mês de setembro, em todo o Brasil, são articuladas diversas ações da campanha Setembro Amarelo, com o objetivo de conscientizar a população e prevenir o suicídio. A campanha Setembro Amarelo, criada em 2015, é uma iniciativa da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e com o apoio do Centro de Valorização à Vida (CVV) e diversas entidades.

Em Aracaju, será realizado no dia 21 de setembro, o I seminário Equilíbrio Clínica Dia, que abordará o trabalho multiprofissional em prol da saúde mental e a prevenção ao suicídio. A programação do evento, destinada a estudantes e profissionais de saúde, conta com ciclo de palestras, ciclo de práticas terapêuticas e um coquetel.

“O setembro amarelo é um período fundamental para a saúde mental. Em todo o país, diversos profissionais e instituições se reúnem para discutir a valorização da vida e a prevenção ao suicídio, e como referência em saúde mental em Sergipe, a Equilíbrio Clínica Dia não poderia ficar de fora dessa iniciativa”, conta Kelly Coutinho, sócia proprietária e assistente social da Equilíbrio Clínica Dia.

“Nós criamos um evento dinâmico e interativo, onde trazemos o olhar humanizado para o tratamento da saúde mental e da prevenção ao suicídio. No seminário haverá ciclos de palestras com psiquiatras, psicólogos, inclusive com um profissional de outro estado, além de práticas terapêuticas com professores de yoga, pilates e artesanato.

Acreditamos muito na abordagem multiprofissional e será gratificante demonstrar às pessoas como ela funciona na prática”, acrescenta Kelly, que também abordará este tema em uma palestra no seminário.

Para o psiquiatra Dr. Antonio Aragão, Diretor Técnico da Equilíbrio Clínica Dia e Vice Presidente da Associação Sergipana de Psiquiatria, o evento chega em clima oportuno: “O assunto suicídio, que já foi tratado como um grande tabu, ainda enfrenta grandes dificuldades na identificação dos sinais de risco, oferta e busca de ajuda para prevenção, principalmente por causa de preconceitos e da falta de informação. Nosso trabalho é fortalecer cada vez mais a urgência dessas questões, apontando que com o tratamento e acompanhamento adequados, vidas podem ser salvas, pessoas podem superar suas limitações e alcançar uma qualidade de vida”, finaliza.

Fonte e foto: Rodrigo Alves

  Editoria: