Aracaju completa oito dias sem homicídio doloso, latrocínio ou lesão corporal seguida de morte

Aracaju completa oito dias sem homicídio doloso, latrocínio ou lesão corporal seguida de morte
julho 31 13:08 2018 Imprimir Conteúdo

 

Último caso aconteceu na segunda-feira (23), no bairro Mosqueiro. É o menor número mensal em seis anos

A cidade de Aracaju contabilizou na manhã desta terça-feira (31) um longo período sem registros de crimes violentos letais intencionais (CVLI). Há exatos oito dias, não há na capital sergipana nenhum caso de homicídio doloso, latrocínio ou lesão corporal seguida de morte. Os dados são do Centro de Estatísticas e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública (Ceacrim/SSP).

O último caso foi informado na segunda-feira (23), um homicídio doloso na zona de expansão, no Mosqueiro. Caso a marca seja mantida por mais 24 horas, Aracaju pode alcançar o menor número mensal de homicídios dolosos em seis anos. Fevereiro de 2012 registrou 12 casos.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) instaurou inquérito e acompanha o caso. Os meses de junho e julho apresentaram reduções significativas em 2018.

A SSP contabilizou 11 homicídios em todo o mês de julho, o menor em seis anos. Para se ter uma ideia, em 2017, a polícia registrou 28 homicídios dolosos em Aracaju, com uma redução de 60,7%. No estado de Sergipe, Julho apresenta uma redução de 27,9% casos de homicídios dolosos, quando comparado com o mesmo período de 2017. Junho de 2018 já apresentou uma redução de 14,8% no estado.

De acordo com os dados repassados pela Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEACrim), neste ano, os nove dias em que não houve nenhuma ocorrência de homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte foram 7, 18, 19 e 28 de junho, além de 1, 3, 23, 26 e 27 de julho.

Os resultados são possíveis por conta de um trabalho em conjunto feito pela Polícia Civil e Polícia Militar, com foco em bairros como Santa Maria, 17 de março e áreas da zona norte, como Santos Dumont, Lamarão e Japãozinho.

Fonte SSP

  Editoria: